segunda-feira, 19 de maio de 2008

História da Mídia

POR CAMILLA FRANÇA

O dia da abertura do evento foi a data de comemoração dos 200 anos do fim da escravidão no Brasil. O congresso tinha o propósito de lembrar e saudar essa data. A abertura do seminário ficou nas mãos do pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da UFF, Humberto Machado, que é estudioso da imprensa abolicionista. O Instituto de Arte e Comunicação Social foi palco de palestras e apresentações sobre a história do rádio, da TV, do audiovisual, da mídia imprensa, da publicidade, por fim, reuniu todas as mídias. O auditório Florestan Fernandes, no prédio da faculdade de Educação, no Gragoatá, também foi cenário do congresso.

Pesquisadores, professores, jornalistas e profissionais que atuam nos meios audiovisuais e impressos estiveram presentes para mostrar estudos e histórias sobre a mídia brasileira. Estudantes e professores do Iacs também foram personagens.

No dia de fechamento, a sala 312 do Iacs reuniu professores, pesquisadores, alunos e pós-graduados que ouviram boas histórias sobre radio e telejornalismo. Locutor mineiro, Gil Horta Couto contou um pouco da História da rádio FM de Juiz de Fora. O jornalista Luciano Klöckner encantou a platéia com boas histórias sobre o sucesso e o fim da trajetória do Repórter Esso.

Já o pesquisador Álvaro Berfarah Junior narrou a história de José Eduardo Homem de Melo, um menino do interior de São Paulo que se encantou com rádio aos sete anos e hoje é produtor musical do Tim Festival e faz as vinhetas da Band News.

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